Rafael Audibert - Psicólogo Clínico e Terapeuta EMDR
CRP 07/41163
Como eu trabalho
Meu trabalho não se prende a uma única técnica. Ele parte de uma pergunta: o que está mantendo esse sofrimento, e qual é o melhor caminho para esta pessoa.
Para responder isso, integro avaliação de histórico de experiências difíceis, EMDR, um olhar sistêmico sobre os vínculos e raciocínio clínico baseado em processos. O ponto de partida nunca é o rótulo. É a sua história.
Terapia EMDR
A Terapia EMDR (Dessensibilização e Reprocessamento por Movimentos Oculares) é uma abordagem validada cientificamente para o tratamento de traumas e experiências adversas. Utilizando estímulos bilaterais e princípios da neurociência, favorece o processamento natural do cérebro, ajudando a reduzir a carga emocional associada a memórias difíceis.


Como funciona?
A Terapia EMDR utiliza uma série de estímulos bilaterais, como movimentos oculares guiados, toques alternados ou sons, para facilitar o reprocessamento de memórias perturbadoras de maneira segura, gradual e controlada, dentro do que chamamos de janela de tolerância.
Em linguagem simples, o EMDR é uma abordagem que auxilia na digestão de memórias difíceis. Aquelas que não foram bem processadas ou que ficaram armazenadas de forma desorganizada no cérebro.
O paciente não esquece o que aconteceu, mas pode dar um novo significado às experiências vividas, com os recursos do seu eu atual. Isso permite que o passado ocupe seu lugar no tempo, reduzindo o sofrimento que ele ainda causa no presente.
Porque às vezes o que nos mantém presos não está no pensamento. Está na forma como a experiência ficou registrada no corpo e na memória.
É reconhecida pela Organização Mundial da Saúde e foi referendada pelo Conselho Federal de Psicologia, conforme o Ofício n.º 593/2025/STEC/GTEC/CGEST-CFP. Deve ser aplicada por profissionais com formação específica, respeitando os princípios éticos da profissão.
Um olhar sobre os vínculos
Muito do que sentimos não nasce só dentro da gente. Nasce nas relações que vivemos, com a família, com os afetos, com o trabalho, com a própria história.
Por isso meu olhar considera os padrões que se repetem nos vínculos, os papéis que aprendemos a ocupar e as crenças herdadas que muitas vezes seguem influenciando emoções e escolhas sem que a gente perceba. Sintomas que parecem individuais costumam ter raízes nesses contextos.
A partir dessa escuta, o trabalho é ampliar a compreensão sobre essas dinâmicas e abrir caminho para formas mais conscientes de se relacionar, consigo e com os outros.
